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A vida contemplativa

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“A tradição espiritual da Igreja une a vida contemplativa à oração de Jesus sobre o monte, ou, de qualquer modo, num lugar solitário, não acessível a todos, mas apenas àqueles que Ele chamava a si, um lugar separado.” (Verbi Sponsa, nº3)

Santa Teresa de Jesus, ao reformar a Ordem do Carmelo escolheu o retiro da clausura como expressão e meio do seguimento de Cristo.

No pensamento da Santa, a livre escolha da vida de clausura implica uma separação radical de exterior para conseguir o desprendimento interior, e uma vida de silêncio e solidão, para encontrar no Esposo a água viva da contemplação.

As exigências da clausura salvaguardam a liberdade e a harmonia da vida comunitária, favorecem a entrega total a Deus pela Igreja na vida contemplativa.

“A cela solitária, o claustro fechado é o lugar onde a monja, esposa do Verbo Encarnado, vive totalmente recolhida com Cristo em Deus.

Vivida na expectativa vigilante da vinda do Senhor, a clausura torna-se uma resposta ao amor absoluto de Deus pela sua criatura.

Constitui um sinal da defesa sagrada com que Deus preserva a Sua criatura e é uma forma singular de pertença exclusiva a Ele.” (Verbi Sponsa, nº3)

“Que tesouro inestimável são, para a Igreja e para a sociedade, as comunidades de vida contemplativa.” São João Paulo II

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